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terça-feira, 8 de julho de 2014

Cardeal Zen exorta chineses a enfrentar heroicamente o comunismo

Após o governo comunista de Pequim ameaçar a cidade de Hong Kong com a privação total de suas liberdades, o Cardeal Joseph Zen Ze-kiun, arcebispo emérito da cidade, reagiu como os católicos desejariam que seus bispos reagissem diante do anticristianismo ovante.

Com efeito, dirigindo-se ao governo comunista, o cardeal disse pela rádio: “Vós podeis me amarrar, me sequestrar ou me decapitar, mas nunca fareis de mim um escravo”.

E exortando o povo de Hong Kong para não ceder diante da ameaça contra suas liberdades, advertiu: “Se vos inclinardes [diante do comunismo de Pequim], se puserdes um joelho em terra, tudo estará perdido”, informou a “Agence d’informations des Missions étrangères”.

Os ambientes anticomunistas de Hong Kong estão engajados há várias semanas na luta para obter a instauração plena e inteira do sufrágio universal em 2017.

O território de Hong Kong está sendo transferido pela Grã-Bretanha à China continental. Mas se o sufrágio universal estivesse em vigor, as autoridades de Hong Kong seriam anticomunistas e Pequim teria dificuldades sérias para implantar ali o comunismo.

A Igreja Católica não se engaja em questões meramente políticas, mas intervém quando a moral ou os bons costumes estão ameaçados, pondo em risco a salvação das almas.


Referendo informal pelo sufragio universal em Hong Kong vituperado por Pequim
Referendo informal pelo sufragio universal em Hong Kong
vituperado por Pequim
Essa salvação correria graves riscos se o socialismo consolidar seu domínio em Hong Kong. Por isso, o cardeal Zen interveio para execrar qualquer posicionamento do tipo ‘meio termo’ ou conciliador com o comunismo.

“A negociata – disse ele – não é uma opção válida”. E exortou a população a ir votar num referendo simbólico convocado em favor do sufrágio universal.

E para que não ficasse dúvida alguma, o corajoso cardeal de 82 anos começou a percorrer rua por rua toda Hong Kong, a fim de convencer os cidadãos a irem votar. Durante sete dias ele visitou cada um de seus 18 distritos, caminhando doze horas por dia, no calor e na forte umidade do verão.

Ele foi acompanhado por católicos em número não superior a 30, por restrições da lei eleitoral.

Se no Brasil tivéssemos bispos anticomunistas com a têmpera do Cardeal Joseph Zen, o caos, o socialismo e a insegurança filha da desordem estariam há tempos exorcizados do País.


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